ARQUITETURA FELIZ

Sua opinião 

Imaginem um edifício onde só podem entrar pessoas felizes.

Concordo que a arquitetura sempre precisou lidar com o emocional.

Agora ela pode inovar.

Em Londres, uma curiosa máquina interativa dá sorvetes em troca de sorrisos.

Unilever Vending Machine "Share Happy" from Sebastian Garn on Vimeo.

Ideia nada mal para ser incorporada na arquitetura: recompensa para o ser humano feliz.

Os espaços poderiam reagir ao estado emocional das pessoas.

As portas poderiam se abrir ao reconhecer um sorriso.

A iluminação poderia ser alterada de acordo com o estado emocional do usuário (romântico, alegre ou zangado), para transformar o seu humor pra melhor.

A arquitetura, assim, contribuiria de fato para um mundo mais feliz.

O bom desta tendência interativa é que não existe fórmula.

A criatividade é que impera junto com a boa técnica.

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4 comentários. Faça o seu!:

Anônimo disse...

Toda ideia que seja para trazer felicidade e bem vinda para o ser humano.Que bom seria se todos pensassem como voce.Noemia Braga.

Everton Teles disse...

A revolução industrial trouxe estes e ainda muitos outros conceitos e possibilidades. e inegável que isso gera consequências, que poderiam passar desapercebidas aos olhos mais simplórios, mas não devem a noós, participantes da profissão.
Os artesões foram trocados pelo operador industrial, a inteligência e técnica, dantes trazida e transferida de geração a geração por milênios resumiran-se a saber qual botão apertar ou qual lavanca puchar, numa atividade sistémica que não exige do profissional nenhum feeling ou sensibilidade. A eletrônica acelerou ainda mais o processo e a mediucridade dos resultados num vetor que, sinceramente, se demonstra inevitável e lamentávelmente necessário para acompanhar a desordenada evolução humana.
Pelo caminho sobraram algumas fagulhas de profissões criativas, das quais a arquitetura se destaca ainda, como uma arte dominada pelo mentor: o arquiteto.
Ainda que aos "trancos e barrancos", numa cruzada épica rumo ao que resta de dignidade da profissão, alguns pouquíssimos profissionais ( não exagerando no superlativo) tentam manter o brio em suas faces, executando com esmero sua profissão, mas com um olho no gato e outro no peixe, pois a qualquer momento poderá ver-se substituído por um sistema que fará tudo, ao gosto do cliente, ao gosto do construtor, da maneira mais fácil e econômica, da maneira mais fria e insenssível, da maneira em que se ruma a evolução.

Anônimo disse...

Este post remeteu a este vídeo.
Assistam:
http://www.youtube.com/watch?v=lqT_dPApj9U

Gisele Pinna disse...

Everton,
Sem dúvida a sensibilidade e criatividade estão no cerne de nossa profissão. Espero que a evolução não destrua este caráter primordial.

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